Caso Passerelle em Leiria

O Tribunal Judicial de Leiria marcou hoje para o dia 01 de Julho, às 14h00, a leitura do acórdão do processo Passerelle, que envolve 24 arguidos (15 pessoas e nove sociedades) pronunciados por cerca de 1200 crimes.


Na sessão desta manhã, a 45.ª desde que o julgamento começou, em Maio do ano passado, a presidente do colectivo de juízes, Ana Cristina Cardoso, anunciou a possibilidade de alguns arguidos, pronunciados em co-autoria pelo crime de auxílio à imigração ilegal, poderem vir a ser responsabilizados na qualidade de cúmplices. O colectivo de juízes ouviu as últimas declarações de três arguidos, entre os quais Alfredo Morais, ex-agente da PSP, que negou a prática de actividades ilícitas ou criminosas. O antigo polícia, que se encontra detido no âmbito do processo Máfia da Noite, relacionado com estabelecimentos de diversão nocturna e no qual foi condenado pelo Tribunal da Boa Hora, de Lisboa, a sete anos de prisão, apontou ainda a ligação deste processo ao caso Passerelle. A investigação do caso Passerelle culminou em Janeiro de 2006 com a detenção de Vítor Trindade e de Alfredo Morais. No despacho de acusação, quase na íntegra reproduzido pelo juiz de instrução criminal, o Ministério Público sustenta que os dois arguidos formularam um plano para criar estruturas comerciais que se dedicavam a fugir aos impostos, tendo a investigação estimado aquele valor em 25 milhões de euros. O Ministério Público refere ainda que o grupo tinha como finalidade “a exploração de actividades relacionadas com sexo a realizar por mulheres, sobretudo estrangeiras, em estabelecimentos espalhados pelo país”.

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