Leiria – Projectos foram já publicados no “Diário da República”

Planos de Pormenor do Arrabalde da Ponte e de Santo Agostinho visam valorizar a cidade

 

 

 

Pombal 97 fm / Sociedade – No “Diário da República” foram já publicados o Plano de Pormenor do Arrabalde da Ponte e a alteração ao Plano de Pormenor de Santo Agostinho, dois projectos considerados fundamentais para a valorização da cidade de Leiria.

Após ser levado a reuniões do Município e da Assembleia Municipal, o Plano de Pormenor do Arrabalde da Ponte encontrando-se disponível para consulta no sítio da internet do Município de Leiria — www.cm-leiria.pt – e no Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística.
 
Este Plano de Pormenor “estabelece as regras de ocupação, uso e transformação do solo na sua área de intervenção, delimitada na Planta de Implantação”, e tem, como alguns objetivos, “conter as pressões urbanísticas provocadas pela abertura das Av. Dr. Francisco Sá Carneiro e Av. Dr. Adelino Amaro da Costa, e realizar uma ligação, no início da Av. Dr. Adelino Amaro da Costa, junto ao Rio Lis, até à zona de expansão decorrente do Plano de Pormenor de Almuinha Grande, a poente, de forma a concretizar um eixo de circulação até ao nó do IC 2 e EN 109”, refere o executivo leiriense.
 
Garantir que a área de intervenção, tendo em conta a sua localização e proximidade ao centro da cidade, garanta a “continuidade do espaço urbano central e a sua diversidade de usos, evitando que se transforme num mero dormitório e preserve uma relação de não ocupação/agressão em relação às margens do Rio Lis, que constitui um espaço público de passeio e lazer de relevante interesse para a cidade”, é outra das apostas da autarquia.
 
Relativamente ao Plano de Pormenor de Santo Agostinho, as principais alterações referem-se, essencialmente, à alteração do desenho do arruamento que dá acesso à Capela de Nossa Senhora da Encarnação, prevendo a possibilidade de alargamento da via, mediante a demolição de edifícios e reconstrução recuada.
 
Este Plano de Pormenor visa, ainda, a supressão do estacionamento à superfície, previsto para o sopé do morro da referida capela, “por já existir oferta suficiente no parque subterrâneo e a alteração dos modos de intervenção no edificado com a criação de duas novas tipologias, que visam a manutenção das fachadas de alguns dos edifícios mais relevantes”.

(Texto escrito com a antiga grafia)

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